história da jóia



Desde a antiguidade o homem adornava-se com colares e braceletes produzidos com dentese ossos de animais, pedras, sementes, conchas, simbolizando poder, sorte ou status. Com a descoberta do cobre, ferro e bronze o homem descobriu a fundição e com esse advento o desenvolvimento da humanidade alavancou-se. Nesta ocasião o ouro, a prata, a cornalina, lápis-lazúli e jaspe eram utilizados como matéria prima para a confecção de braceletes, colares, brincos dentre outras.

Cada civilização procurava representar sua cultura e suas crenças através do estilo de suas joias. Com a franca produção de joias, o ouro tornou-se escasso e a filigrana passou a ser usada como material e objeto de comércio. A segunda guerra mundial trouxe dificuldades para o fornecimento de matéria prima para o feitio das joias e por conta disso outros tipos de materiais alternativos (não preciosos) como o aço foi introduzido. Após a este bárbaro acontecimento as celebridades de Hollywood com todo seu glamour passam a influenciar a moda.

Abriu-se, então, um espaço para as bijuterias finas. O termo bijuteria provém de Bijouterie, do Francês, com o significado de joia. A Semijoia surgiu como uma alternativa para as joias originais e se destacou por sua versatilidade e baixo preço.

                                                                                                                                       Angelica Fernandes Pizcioneri

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